preconceitos

               ASSUNTOS IMPORTANTES

💫KAUE ,ANA GABRIELA,GIOVANA💫

Fobia é um tipo de perturbação da ansiedade caracterizado por medo ou aversão persistente a um objeto ou uma situação. As fobias geralmente causam o aparecimento súbito de medo e estão presentes por mais de seis meses. A pessoa afetada exerce grandes esforços para evitar a situação ou o objeto, geralmente a um grau superior em relação ao perigo real do próprio objeto ou situação. Quando não é possível o objeto ou a situação serem evitados, a pessoa afetada apresenta sinais acentuados de aflição. No caso de fobia ao sangue ou a ferimentos pode ocorrer desmaio, e no caso de agorafobia são comuns ataques de pânico. Geralmente, um indivíduo apresenta fobias a diversos objetos ou situações.

As fobias podem ser divididas em fobias específicasfobias sociais e agorafobia. Entre os tipos de fobias específicas estão fobias a determinados animais, situações no ambiente natural, sangue, ferimentos ou outro tipo de situações específicas.As mais comuns são o medo de aranhasmedo de cobras e medo das alturas. Em alguns casos, as fobias são desencadeadas por uma experiência negativa com o objeto ou a situação. As fobias sociais são as fobias em que a pessoa afetada tem receio do julgamento de outras pessoas. A agorafobia é o medo de uma situação de que a pessoa sente que não é possível fugir.

 VAMOS FALAR DE  FOBIAS IMPORTANTES COMO A XENOFOBIA,RACISMO👥 E SOBRE O MACHISMO👩


O Brasil é um país machista? Ainda faz sentido falar em machismo no século 21. 
Considerando as inúmeras conquistas das mulheres, que, nos dias de hoje, representam cerca da metade da força de trabalho no país e estão presentes em praticamente todas as categorias profissionais? taxistas, pilotos de avião, cirurgiãs, juízas, presidentas de grandes corporações, parlamentares.


É preciso relembrar que até poucos anos atrás, as mulheres eram relativamente incapazes e a prática de atos como comprar, vender e trabalhar dependia da anuência de seus maridos.O casamento era indissolúvel e a adoção do nome do marido pela mulher era obrigatória. Os filhos concebidos fora do casamento eram considerados ilegítimos,o que desonerava o pai e atribuía à mãe as responsabilidades com as crianças “bastardas” como forma de punição simbólica ao desrespeito com a família.


Esta situação de subalternidade legal das mulheres foi alterada apenas em 1962,com o advento do Estatuto da mulher Casada, em que as mulheres recuperaram sua plena capacidade civil. Apenas neste momento, tornou-se inexigível a permissão masculina das mulheres para trabalhar. Pela primeira vez, há mais de 33 anos, enfatizou-se a igualdade entre homens e mulheres – em direitos e obrigações – no ordenamento jurídico brasileiro. Seguramente, este é um processo muito recente.
Xenofobia (do grego ξένος, translit. xénos: "estranho"; e φόβος, translit. phóbos: "medo" é o medo, aversão ou a profunda antipatia em relação aos estrangeiros, a desconfiança em relação a pessoas que vêm de fora do seu país Com uma cultura, hábito, raça ou religião diferente. A xenofobia compartilha diversas características com o racismo podendo-se manifestar de várias formas, envolvendo as relações e percepções do endogrupo em relação ao exogrupo, incluindo o medo de perda de identidade, suspeição acerca de suas atividades, agressão e desejo de eliminar a sua presença para assegurar uma suposta pureza.

A xenofobia pode ter como alvo não apenas pessoas de outros países, mas de outras culturas, subculturas, sistemas de crenças ou características físicas. O medo do desconhecido pode ser mascarado no indivíduo como aversão ou ódio, gerando preconceitos. Note-se, porém, que nem todo preconceito é causado por xenofobia.
Xenofobia como doença
Em senso mais restrito, xenofobia é o medo excessivo e descontrolado do desconhecido. Neste sentido, é uma doença e insere-se no grupo das perturbações fóbicas, caracterizadas por ansiedade clinicamente significativa, provocada pela exposição a uma situação ou objeto temido (neste caso, as pessoas ou situações estranhas ao doente). Pessoas que apresentam este terror persistente, irracional, excessivo e reconhecido como tal, tendem a evitar o contato com estranhos uma vez que esta situação lhes provoca extrema angústia, ansiedade, aumento da tensão arterial e da frequência cardíaca. Nos casos mais graves pode, inclusive, motivar um ataque de pânico. O evitamento, antecipação ansiosa ou mal-estar em relação à situação temida, interfere significativamente com as rotinas normais da pessoa, o exercício ocupacional, os relacionamentos e atividades sociais.

Tratamento
Para tratamento da xenofobia são normalmente utilizados os métodos da terapia comportamental. O princípio desta terapia no que concerne às fobias, é o da exposição ao objecto ou situação fóbica. No caso particular da xenofobia, será a exposição do doente a situações estranhas que ativam sua fobia. Assim sendo, o sujeito vai descobrir que tal situação aterrorizadora, não representa qualquer perigo ou ameaça como ele imaginava. Para tanto, o sujeito deve aprender determinadas técnicas para lidar com a ansiedade ou angústia que sente em relação ao encontro com pessoas desconhecidas. De todos os métodos comportamentais, a dessensibilização sistemática parece ser o que melhor resulta no tratamento da xenofobia, uma vez que a exposição à situação ou objecto fóbico é gradual.

A técnica de dessensibilização sistemática foi desenvolvida entre 1952 e 1958 por Joseph Wolpe, psiquiatra sul-africano defensor da terapia comportamental. O doente, durante um estado de relaxamento físico, vai imaginar uma hierarquia de situações que lhe provocam ansiedade, com o objectivo de familiarizar-se com elas e, ao mesmo tempo, com a finalidade de reduzir as respostas ansiosas. Em alguns casos mais graves é habitual a administração de medicamentos que tenham por objectivo principal a diminuição da ansiedade extrema, uma vez que esta impede que se realizem as sessões terapêuticas de uma forma eficaz. Em outros casos, pode-se desenvolver crenças irracionais (geralmente preconceituosas), pelo que também é recomendado que se busquem estratégias cognitivas que trabalhem por mais crenças.

Racismo é a denominação da discriminação e do preconceito (direta ou indiretamente) contra indivíduos ou grupos por causa de sua etnia ou cor. É importante ressaltar que o preconceito é uma forma de conceito ou juízo formulado sem qualquer conhecimento prévio do assunto tratado, enquanto a discriminação é o ato de separar, excluir ou diferenciar pessoas ou objetos, temos que ter empatia  e compaixão


 












Na história, o racismo foi uma força motriz por trás do tráfico transatlântico de escravos e de Estados que basearam-se na segregação racial, como os Estados Unidos no século XIX e início do XX e a África do Sul sob o regime do apartheid. As práticas e ideologias do racismo são universalmente condenadas pela ONU, na Declaração dos Direitos Humanos.[11] Ele também tem sido uma parte importante da base política e ideológica de genocídios ao redor do planeta, como o Holocausto, mas também em contextos coloniais, como os ciclos da borracha na América do Sul e no Congo, e na conquista europeia das Américas e no processo de colonização da ÁfricaÁsia e Austrália. Somos todos diferentes isso que tem de importante ,se fossemos iguais seria muito chato; devemos ver se a pessoa está bem e não ver a cor dela 

O historiador Dante A. Puzzo, em sua discussão sobre Aristóteles, o racismo e o mundo antigo, escreve que:

O racismo baseia-se em duas suposições básicas: que existe uma correlação entre características físicas e qualidades morais; que a humanidade é divisível em ações superiores e inferiores. O racismo, assim definido, é uma concepção moderna, pois antes do século XVI praticamente não havia nada na vida e no pensamento do Ocidente que pudesse ser descrito como racista. Para evitar mal-entendidos, devemos fazer uma distinção clara entre racismo e etnocentrismo... Os antigos hebreus, ao se referirem a todos os que não eram hebreus como os gentios, estavam aderindo ao etnocentrismo, não ao racismo... Assim foi com os helenos que denominaram todos os não helenos — sejam os selvagens citas ou os egípcios que eles reconheceram como seus mentores nas artes da civilização — Bárbaros, o termo que denota aquilo que era estranho ou estrangeiro.

Racismo aversivo

O racismo aversivo é uma forma de racismo implícito, na qual as avaliações negativas inconscientes de uma pessoa de minorias raciais ou étnicas são realizadas por uma persistente evitação da interação com outros grupos raciais e étnicos. Ao contrário do racismo aberto e tradicional, que se caracteriza pelo ódio aberto e discriminação explícita contra as minorias raciais/étnicas, o racismo aversivo é caracterizado por expressões e atitudes mais complexas e ambivalentes.

O termo foi cunhado por Joel Kovel para descrever os comportamentos raciais sutis de qualquer grupo étnico ou racial que racionalizem sua aversão a um grupo específico, apelando a regras ou estereótipos. As pessoas que se comportam de maneira aversivamente racial podem professar crenças igualitárias e frequentemente negam seu comportamento racialmente motivado; no entanto, elas mudam de comportamento ao lidar com um membro de outra raça ou grupo étnico diferente daquele a que pertencem. Pensa-se que a motivação para a mudança seja implícita ou subconsciente. As experiências forneceram suporte empírico à existência de racismo aversivo. O racismo aversivo demonstrou ter implicações potencialmente graves na tomada de decisões no emprego, nas decisões legais e no comportamento de ajuda. 

 


A VIDA É CURTA DE MAIS PARA ISSOFALTA DE RESPEITO E EMPATIA ; COMO A XENOFOBIA TEMOS QUE RESPEITAR UNS AOS OUTROS.VIVEMOS NO MESMO MUNDO E TEMOS QUE NOS ACUSTUMAR. E O MACHISMO, UMA COISA HORRIVEL.  DESEJAMOS RESPEITO A TODOS 


fontes:wikipedia,basilescola,super.abril.com. fotos:pinterest 

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